Cantos e Causos

Dona Zefinha (Itapipoca)

Em 2002, a banda Dona Zefinha gravou seu primeiro álbum ao vivo no palco principal do Theatro José de Alencar. 20 anos depois a banda volta ao TJA para o lançamento do mesmo álbum nas plataformas de streaming, num show cenomusical que rememora o repertório do “Cantos e Causos” incluindo músicas diversas de sua discografia. O álbum de estreia teve boa aceitação, fazendo a banda percorrer por grande parte do território Brasileiro, participação em coletâneas, bem como em turnês internacionais.

Com uma linguagem musical e dramaturgia próprias, unindo música, teatro e elementos do circo e de espetáculos de rua, o grupo Dona Zefinha vem trilhando um longo e enriquecedor caminho. Em 2020 a trupe, que tem à frente os irmãos Orlângelo Leal, ângelo Márcio e Paulo Orlando, comemora 26 anos de trabalho contínuo, levando sua arte para públicos de todas idades e lugares distintos. Em 2018 foi considerado pelo Museu Orgânico de Fortaleza como um dos 50 artistas mais influentes do Ceará.

O grupo estabelece um diálogo global, com qualidade artística, bom humor e suingue. Posicionando-se diante do mercado cultural como um "grupo de fronteira", consegue inserção em múltiplas linguagens artísticas, transitando, além das identidades fixas, em espaços que ultrapassam locais e gêneros específicos, rearticulando identidades. O resultado dessas fusões pode ser conferido nas montagens cênicas: "O Casamento de Tabarim" (2003), "Chafurdo" (2013) e "Autômato" (2016). Com seus espetáculos, Dona Zefinha fez turnê em diversos países, como Alemanha, Argentina, Cabo Verde, Colômbia, Coreia do Sul, Estados Unidos, Guiana Francesa, Hungria e Portugal.

Orlângelo – voz, guitarra
Vanildo Franco – Percussão e pífanos
ngelo Márcio – Sax e percussão
Tamily Braga – baixo, vocal
Samuel Furtado – trompete, trombone, rabeca
Paulo Orlando – voz, percussão
Joélia Braga – Voz, percussão
Maninho – Bateria

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